segunda-feira, 28 de março de 2011

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Resenha: Espera

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Livro: Espera – Trilogia Os Lobos de Mercy Falls

Autora: Maggie Stiefvater

Editora: Agir

Nota: 4 estrelas

Essa resenha pode conter SPOILER, para quem não leu Calafrio


Eu estava um pouco desanimada de pegar esse livro, uma porque há tantas (tantas, tantas) séries atualmente, que está ficando quase impossível acompanhar todas, e porque li em algum lugar,( não me lembro o lugar agora, mas descobrir vou mandar um Tweet bem nervoso) que esse livro falaria de outras personagens, o que não é verdade.

Então não fiquei desesperada para ler, Espera ( Linger no original) o segundo livro da Trilogia do Lobos de Mercy Falls, escrito pela talentosa Maggie Stiefvater.

Só foi ler a introdução, para me sentir atraída novamente por esse ambiente, e querer saber tudo o que acontece nessa pequena cidade do estado de Minnesota, nos EUA, e que graças ao bom Deus, continua a contar a estória de Grace e Sam.

Quem leu Calafrio, lembra de cada momento do livro, e de tudo que passamos com a luta de Grace para fazer com que Sam, continuasse a ser humano, no final do livro tivemos um momento 'agora teremos tranquilidade' enquanto outras questões corriam livre.

A maior delas, Será a cura forçada 100% confiável?

Espera, lançamento da Editora Agir,continua a falar da luta de Sam e Grace, por razões diferentes e distintas, e temos uma maior participação de Isabel, irmã de Jack que morreu no primeiro livro, e a introdução de um novo e misterioso lobo, Cole, que se transformou porque quis, e tem várias razões para que ninguém o reconheça.

Apesar do foco em vários momentos, como em Cole, e em um romance conturbado com Isabel, o livro ainda pertence a Sam e Grace.

Se antes, a luta era tentar manter Sam quente, nesse essa preocupação já se foi, e eles podem finalmente ter um pouco de paz como um casal de namorados. Mas só um pouco, tá?

Entre a incerteza de Sam, que ás vezes não acredita que agora será sempre humano, e a preocupação de Grace com o futuro, além da procura da polícia, por Olivia, que agora é uma loba, caí no meio do relacionamento dos dois um míssil de proporções catastróficas: Os pais de Grace.

Sim, depois de mostrar que não ligam muito para a filha, os pais de Grace, resolvem que é hora de se incomodarem com o Sam, e começam a delimitar as suas visitas, e tudo só piora quando eles flagram ele no meio da noite no quarto de Grace. Mas esse é a ponta do iceberg, do que está vindo pela frente para eles.

Com uma febre constante, e ficando cada vez mais debilitada, Grace, terá que lutar contra um inimigo mais forte e interno, que está levando ela para um beco sem saída.

Não posso contar mais nada, sem revelar grande parte da estória, mas gostei muito de como o relacionamento de Grace e Sam evoluiu. Uma das coisas mais adoráveis nos livros da série, é como a preocupação e a situação do casal parece real.

De verdade, no primeiro, eu só faltava ligar o chuveiro para ajudar a Grace a deixar o Sam, aquecido. E mesmo nesse, em que a preocupação é outra, é impossível ficar fora da mesma roda de preocupação.

Bravo para Maggie, por ter conseguido passar tanto realismo e proximidade dos leitores, usando uma série que fala de meninos que se transformam em lobos.

Também temos a oportunidade de conhecer um pouquinho mais da Isabel, que tem um papel importante nesse livro. O romance meia-boca dela com o Cole, é de deixar qualquer um querendo mais! Espero que no próximo temos uma maior atenção para eles.

 

“Uma Vida feita de promessas, do que eu poderia ser: As possibilidades contidas em um monte de aplicações para a faculdade, a excitação de dormir em um lugar desconhecido, o futuro que aparece no sorriso de Sam. Era uma vida, que eu não queria deixar para trás. Era uma vida que eu não queria esquecer. Eu ainda não tinha feito nada. Havia muito mais coisas para se dizer.”


Entretanto o que mais gostei nesse livro, é de como Grace enfrenta os seus pais.

Para quem não se lembra do primeiro, os seus pais sempre a deixavam sozinha, quase toda a noite, e ela tinha até sido esquecida no carro uma vez. Eu fui a única que achei que eles deveriam ser os piores pais desse mundo? Não, né?

E parece que Grace tinha o mesmo pensamento,  já que ela confronta muito eles nesse livro, e eles nem conseguem admitir que estão errados! Aff!

Você sabe, que não está fazendo um trabalho muito bom criando seu filhos adolescentes, quando os leitores do livro, torcem para que eles fujam para a casa do namorado.

Se, o final de Calafrio, é bom mais vem como um final meio definitivo, nesse você fica querendo mais, muito mais! Apesar de já  no meio do livro começarmos a pressentir o que esta por vim, ainda é uma grande surpresa, e tristeza, o final.

Stiefvater deixa muitas questões em aberto, e muitos linhas sem um ponto final, fazendo com que as 300 e tantas páginas pareçam poucas para tanta estória. Estou pressentindo que Forever, último livro da Trilogia, que saí no dia 12 de julho desse ano, terá muitas emoções.

Uhhhh, um Dom, será que vou fazer parte da alcatéia de Mercy Falls também? Tomara! Só tem gatinho, cheio de amor para dar! HA!

Trilogia Os Lobos de Mercy Falls


calafrio maravilhoso  Calafrio, ou no original Shiver, foi lançado em 2009 e hoje já foi traduzido para mais de 40 línguas, ele também ficou na lista dos mais vendidos do New York Times por mais de 40 semanas. Calafrio, foi lançado no Brasil em Agosto de 2010. Para ler a nossa resenha sobre o primeiro livro da série, acesse AQUI.

 


image2 Espera, foi lançado em 2010 e já estreou na lista dos mais vendidos do NYT, graças a grande base fãs que o primeiro livro da série formou, o livro chega esse mês ao país trazido pela editora Agir.

 

 

 


forever-maggie-stiefvater Forever, aguardado para o dia 12 de julho desse ano, o último livro da série promete revelar todas as questões e dar um destino para o casal Sam e Grace.


A série foi publicada originalmente nos EUA, pela Scholastic Press.

 


Fanny Ladeira


 

Maggie Stiefvater é uma americana de 29 anos. Atualmente ela mora na Virginia, com seu marido e dois filhos. o último livro da série, Forever, chega as livrarias norte-americanas em julho.

sábado, 26 de março de 2011

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Cinema no Restaurante: Um Lugar na Platéia

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viajar eu posso

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Um lugar na Platéia ou Fauteuils d' orchestre foi um filme que entrou na minha vida de forma inesperada.

A rede de cinema que atende a minha cidade, Jundiaí, a Moviecom, resolveu implantar as Sessões Arte. Toda semana, um filme que praticamente passa fora de circuito, seja pela quantidade de cópias ou pela falta de interesse em promover um filme assim, entra em cartaz nessas sessões.

O que me fascina nessa sessões, é fato de nunca estar lotada, então você pode ter um viagem maior para dentro do filme, você pode ter o seu momento ali.

E quando essa sessão foi inaugurada, eu fui conferir o filme e prestigiar esse incrível iniciativa. Isso mostra que apesar de ser uma grande rede, a preocupação com os cinéfilos tem lugar.

E foi assim, se conhecer, que fui assistir a esse filme, sem saber ainda, o que me esperava. E, se antecipação de um filem, pode elevar muito as suas expectativas e tornar o filme não tão bom, isso não aconteceria com esse.

O filme conta a estória de Jessica (Cécile De France), uma doce e prestativa mulher, que decide deixar a sua avó e tentar a vida em Paris. Ela consegue emprego, em um café de uma badalada rua da cidade, que terá três eventos na mesma noite.

Uma peça de teatro estreará, trazendo em seu elenco, Catherine Versen (Valérie Lemercier) uma atriz de novelas, que quer oportunidades mais desafiantes, e tenta conseguir um papel em um produção americana, que será dirigida por Sydney Pollack ( com o saudoso Pollack interpretando a si mesmo).

picture-12Um fantástico e talentoso pianista,Jean-François Lefort (Albert Dupontel) irá se apresentar, e questiona toda a sua vida, e começa a prestar a atenção em como a sua arte atinge a poucas pessoas, isso acaba fazendo com que magoe a sua esposa Valentine Lefort (Laura Morante).

E um colecionador,Jacques Grumberg (Claude Brasseur), resolve vender todas as suas coleções, enquanto se envolve com uma jovem, que já foi amante de seu filho, Frédéric Grumberg, (Christopher Thompson) professor e agora divorciado, e que tenta entender porque o seu pai está se desfazendo de tudo, enquanto a relação dos dois vai esfriando a cada momento.

E é nesse emaranhado de estórias e personagens com tão diferentes, que Jessica tem que tentar se encontrar, e descobrir um pouco mais da vida.

O que mais gosto desse filme, é a relação de Jéssica com toda a trama. Assim como título sugere, é uma busca por um lugar na platéia, e Jessica, a cada momento do filme, tem um valor para o decorrer de tudo.

Em algumas estórias ela se envolve demais, e em outras só passa como uma referência para aquilo que a pessoa que provar, como o caso do pianista Lefort, que pega ela como exemplo para o fato de que a sua arte é considerada só para pessoas ricas.

O meu momento favorito é quando Claudie ( interpretada por Dani), uma antiga zeladora dos espaços culturais aonde acontecem os espetáculos, em sua última noite de serviço, entra na sala de concerto, e começa a chorar. Apesar de seu choro, ser lindo e cheio de emoção, fica difícil saber o exato porque ela está chorando,ou se é por tudo junto, e isso só deixa a cena mais bela e inesquecível.

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E por fim, Jessica, trás uma leveza a toda a essa situação, não deixando que o filme caia em um dramalhão. Ela não é a protagonista de filmes americanos normais, que vai mudar tudo na vida de todos, ao contrário em vários desfechos, ela nem tem nada haver com a conclusão.

Mas é assim que é a nossa vida, não somos protagonistas de tudo, em algum momento só assistimos tudo, e o fato de que você está sentado assistindo a esse filme, e aprendendo várias lições, é só mais uma certeza disso.

Uma ótima pedida!

Próxima Sessão: O fabuloso destino de Amelie Poulain

Esse é o meu filme favorito de todos os tempos, e finalmente, semana que vem poderei falar dele. Se preparem para a gigantesca resenha! HA!

Fanny Ladeira

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Resenha: Mar sem fim – Especial Viajar

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 viajar eu posso

mar sem fimLivro: Mar sem fim

Autor: Amyr Klink

Editora: Companhia das Letras

Nota: 3,5 estrelas

 

Eu realmente admiro pessoa corajosas, pessoas que correm atrás de seus objetivos, e que mesmo quando tudo diz não, ela continua firme no seu planejamento, e desde o ano passado após ler Cem dias entre o mar o o céu ( que ainda vou resenhar essa semana), eu passei a admirar muito Amyr Klink.

Já havia, é claro, ouvido falar dos seus feitos, mas não conhecia direito esses feitos e fico impressionada por que em um mundo onde todas as revistas ficam mais preocupadas em contar a vida dos BBB’s, nenhuma poder tomar um espaço para espalhar um pouco do trabalho desse explorador ( no livro ele fala que não gosta de ser chamado de aventureiro) brasileiro para as próximas gerações.

Mar sem fim, conta toda a história, as dificuldades e com um incrível coleção de detalhes a sua viagem de Circunavegação Polar totalmente sozinho.

A bordo de seu veleiro Paratti e levando 88 dias para concluir essa façanha, ele consegue passar toda a emoção e dificuldades, assim como as surpresas pelo caminho.

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Para alguém leiga em linguagem da arte de velejar, o livro pode ficar, em algumas partes, complicado de seguir, eu ficava tendo que entrar no google para descobrir o significado de várias coisas, mas ei! Ao menos agora, eu aprendi um monte de coisas!

Aprendi, e fiquei morrendo de vontade de fazer uma viagem pela Antártida, não como a que ele fez, já que acho que não tenho capacidade física para agüentar o tranco da volta ao mundo, entretanto fiquei encantada com os relatos das estações espalhados pelo continente e também a descrição da colônia de Geórgia do Sul.

E mesmo para aqueles que nunca subiram em um veleiro, como eu, fica difícil, não se deixar levar pela a paixão de Klink, e se encantar por esse tipo de navegação.

Isso pode espantar ou assustar quem pega o livro, sem saber, de que mais um diário de bordo, você terá um relato de um homem, que batalhou e aproveitou cada momento da sua grande aventura..ops, exploração!

Fanny Ladeira

w_h_DSC01920Amyr Klink, é natural de São Paulo, filho de pai libanês e mãe sueca. Começou a freqüentar a região de Paraty (RJ) com a família quando tinha apenas dois anos de idade. Essa cidade histórica do litoral brasileiro é o lugar que o inspirou a viajar pelo mundo. Casou-se em 1996 com Marina Bandeira, com quem tem as filhas gêmeas Tamara e Laura, nascidas em 1997 e a caçula, Marininha, nascida no ano 2000. Conheça mais sobre ele e as suas façanhas em www.amyrklink.com.br

sexta-feira, 25 de março de 2011

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Especial Viajar: Paris, Versalhes

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O passeio para Versalhes, já começa nas própria viagem.

Em um trem com dois andares, você pode passear olhando a paisagem, e a medida que você vai saindo da cidade, e tendo a oportunidade de ver diversas paisagens diferentes da região, como por exemplo, casas ( já que é difícil encontrar casas mesmo na cidade).

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O Palácio de Versalhes, fica localizado em Versalhes a 21 quilômetros de Paris, é possível visita-ló de ônibus e Trem, em uma viagem que dura cerca de 30 minutos.

No ano de 1682,  o Rei Luís XIV , sentiu a necessidade de ter sua residência mas afastada da populosa Paris, que vivia contaminada por pragas e doenças. Começava a construção de um dos maiores castelos da Europa, e que seria o símbolo do Rei Luís XIV.

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(A charmosa cidade ao redor do palácio)

O castelo foi finalizado quase 70 anos depois, pelo seu neto, Luís XVI, logo depois, seria o fim da monarquia como conhecida e também foi nessa época que o Palácio, ou Château,receberia uma das suas mais famosas moradoras, Maria Antonieta, esposa de Luís XVI.

Versalhes, que era a corte do reino, foi recebendo diversos anexos para tornar a vida da monarquia mais agradável. Da cultivação do famosos jardim, que hoje após séculos de mudanças, seguem o modelo original aprovado por Luís XVI, dividindo espaço com lugares que não sobreviveram ao tempo, como uma Ópera, e lugares que foram restaurados completamente e hoje são aberto aos turistas, como a Fazenda de Marie Antonieta, refúgio da Rainha, localizado dentro de Versalhes, mas distante do Castelo.

Paris 436  A luxúria do castelo, e de encantar os olhos, tanto por dentro, quanto por fora é muito fácil se deixar levar pelo clima e se imaginar em uma viagem ao tempo, quer dizer, até pode estragar um pouco a quantidade de turistas.

Não são muitos, mas como alguns aposentos não foram projetados para receber um grande número de pessoas, pode ficar um pouco lotado.   

A conservação, assim como de todos os outros monumentos da cidade, é para ensinar a muitos brasileiros a darem mais valor na sua história.

Do portão de ouro, chegando nos detalhes dos aposentos dos reis, e claro passando pelo famoso salão dos espelhos, é um espetáculo para os olhos.

É fornecido na entrada, totalmente de graça, um fone e um rádio ( não é esse o nome!), você escolhe a linguagem, e em várias partes do castelo, é só apertar o número informado, e escutar tudo sobre a peça.

Os Grandes Apartamentos, são os lugares mais lotados de turistas, assim como o salão dos espelhos, entretanto a parte mais bonita, é o pátio interno, que dá acesso para os jardins, é você tem uma belíssima visão tanto de um lado, quanto do outro.

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Visão do castelo

 

 

 

 

 

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 Visão dos Jardins

 

 

 

 

 

 

Na lojinha de souvenir dentro do castelo ( cuidado as coisas lá tendem a serem lindas, mas caras) você consegue ver a fascinação por Maria Antonieta, já que a maioria dos itens a venda são referência a ela.

De lembrança de lá, trouxe um lindo porta jóia e uma pasta com detalhes de Maria Antonieta, que tem um perfume maravilhoso, o mesmo que ela usava, segundo a vendedora. A pasta foi uma boa aquisição, mesmo sem eu saber,eu guardo nela todos os papéis que acabei trazendo de lembrança.

Eu não cheguei a andar pelos jardins, porque assim que começamos a descer, a chuva também veio.

Reserve um dia inteiro, para conhecer tudo já que a propriedade tem vários quilômetros, e há muitas coisas para se ver.

Se for em uma temporada de chuva, meio dia para o passeio interno do castelo, mas tenho dizer que preciso voltar nesse lugar só para apreciar os jardins!

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Minha foto favorita da viagem, também é de lá!

 

 

 

 

A cidade é bem charmosa, e perto das estação tem uma galeria, que possui lanchonetes ( e MC Donalds), lan house, e várias lojas de lembranças, a distância da estação para o Palácio não é muito grande, e você pode aproveitar para apreciar a visão desse monumento de longe.

Um ótimo programa, para quem é fascinado por História, porém um programa imperdível para quem gosta de coisas majestosas!

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+ Sobre Versalhes

Estação mais próxima: Na estação Saint-Michael ou Gare d’Austerlitz, pegue o RER C em direção á Versalhes-Rive Gauche e desça na estação de mesmo nome.

Ao sair da estação é só ir para a sua direita que caíra no Palácio, menos de 10 minutos a pé.

Horário de funcionamento: Cada parte do Museu vária o seu horário, horário geral: 9h às 18h30
Dias que fecha: Segunda-Feira
Valor do ingresso: O valor também varia de acordo com as atrações que você queria conhecer. Para conhecer o Trianon, jardins o valor cobrado é 10 euros, Somente o palácio 15 euros, e para passear por toda a propriedade é 18 euros.

Fanny Ladeira

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Especial Viajar: Cuidados ao contratar

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viajar eu posso

 

É emocionante, saber que você finalmente está comprando a sua tão sonhada viagem.

Mas há vários cuidados, que devem ser tomados para que você não seja lesada por falta de leitura do contrato, ou por má fé.

Ao assinar contratos é necessário ler o documento por inteiro ( inteiro mesmo, tá? Até as palavrinhas pequenininhas) para evitar que você tenha problemas com clausulas que nem você mesmo sabia que existia.

Ler o contrato, ter certeza que todas as condições contratadas estão descritas nele, e tirar qualquer dúvida que uma clausula pode criar, é mais que um obrigação do consumidor: é um dever para evitar que o consumidor sofra qualquer tipo de dano.

Isso não vale só para compra de pacotes e passagens aéreas, é um costume que todos deveriam ter.

A Má fé de algumas empresas apresentadas em vários casos pode chegar ao absurdo, por isso lógico que, você contratar tudo certo e chegar lá não ser nada disso, mas aí você já está lá e quem sabe se conseguirá resolver a sua situação.

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Quartos inadequados com o contratado, serviço de transfer e passeios insuficientes com o que foi propostos, além é claro, do tão temível Over-book das cias aéreas podem afetar e atrapalhar e muito a sua viagem.

Há vários mecanismos para o consumidor se proteger de tentar ter a sua viagem lesada. Uma boa escolha de operadora de turismo, e se você for por conta própria, saber escolher cias e hotéis de confiança, podem ser o grande diferencial para o sucesso da sua compra.

Já que não dá sempre para contar, com as autoridades tomando providencias, nem mesma as responsáveis. Todo mundo se lembra da frase da nossa célebre, então Ministra do Turismo, sobre a situação de turistas em aeroportos devido ao Over book: "Relaxa e goza".

Apesar do descaso que vemos nesse setor dentro do nosso país, a uma lei específica em que podemos apoiar os nossos direitos, garantindo assim uma vigem tranquila, ou pelo menos o reembolso em caso de total negligência.

Para quem quiser conhecer mais os direitos dos turistas brasileiros ( mesmo aqueles que viajam internacionalmente) basta acessar:  http://www.viajelegal.turismo.gov.br/

Fanny Ladeira

quinta-feira, 24 de março de 2011

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Especial Viajar: Paris, Torre Eiffel

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viajar eu posso

Como eu falei, estarei dando dicas mais específicas para quem um dia quer conhecer a cidade Luz, e para começar, decidi usar o passeio mais imperdível da cidade: A Torre Eiffel

  Por razões logísticas, e para acomodar todas as atrações, já cheguei na cidade, deixei a mala e fui passear!

E o primeiro lugar escolhido, A Torre Eiffel.

Alguns vão dizer, "nossa Fanny, que coisa sem originalidade", mas eu fiquei feliz de já ter tirado a visita do monumento mais obrigatório da minha lista, já de frente.

A Torre, recebe mais de 7 milhões de visitantes por ano, e olha que isso é só levando em conta as pessoas que efetivamente sobem na Torre. Acredite, há pessoas que tem tanto medo de altura, que não topam a subida, só ficam olhando lá de baixo.

Cópia de Paris 016Uma das estações que fica mais perto é a Trocadero, que vai te deixar aos pés da própria praça Trocadeiro, ela detém uma importante sina: a responsabilidade de ter a melhor de vista da Torre. Ao sair da estação, fiquei um pouco perdida, porque lógico apesar de ter lido e visto o mapa, não conseguia me situar muito bem, até que virei de lado e vi que tinha um prédio um longo intervalo e depois outro espaço, e de imediato lembrei que prédio era, e que naquele espaço ficava a vista para a Torre.

Então, eu e a minha amiga, de olhos fechados, ( sim, nós pagamos esse mico) andamos em linha reta, e esperamos para ficar no que a gente considerava o meio e contamos até 3.

E, bum! Ali estava ela majestosa, na nossa frente. O símbolo de Paris, o símbolo da minha conquista.

A emoção foi grande e já começamos a pular e conversar de excitação. Da praça, até a Torre em si, é um caminho pequeno, e com aquele visão na sua frente parecia menor ainda.

Por causa dos relatos, eu estava esperando uma fila gigantesca, e ficar 3 horas nela para conseguir subir, porém os deuses estavam no meu lado, e em menos de 2 horas, eu havia comprado os ingressos, subido e descido.

Ah! As alegrias de ir fora de época! Esse seria o lugar que indicaria, que apesar de estar recheada de turistas sempre, eu encontraria uma cidade mais acessível e quase sem fila.

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(Tentando tirar fotos artísticas! HA!)

Já na fila, encontramos um casal de brasileiros e chegamos até subir no elevador juntos para o primeiro nível, mas depois perdi eles de vista. O elevador é bem adaptável para o estilo da construção e da até um medinho, mas nada que impeça de continuar.

A visão é belíssima lá de cima, principalmente do lado do Champs de Mars que vai dar na École Militaire, o 3° nível apesar de badalado é o menos interessante de todos, e o local que ficava o antigo escritório de George Eiffel, que estava fechado, então perdeu ainda mais a graça.

O 2° nível é o mais bonito, sem sombra de dúvida, apesar disso, não é a visão mais bonita da cidade, porque a própria Torre não está lá no quadro.

E eu lá, tentando assimilar cada detalhe da visão de 360° graus que a Torre proporciona, foi que reparei em uma escola ( escola mesmo!) que ficava a direita, meio escondida pelos monumentos. Dali, dava para ver janelas de vidro, que não deu para saber se elas davam em salas de aulas ou corredores, e um campo de futebol aonde tinha uma turma jogando.

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Vista da Praça do Trocadero

 

 

 

 

Lembra quando falei do inesperado? Então, estava eu naquele lugar depois de anos sonhando, enquanto algumas crianças sortudas podiam a ter como visão da própria escola. Eu senti uma inveja branca deles, e fiquei imaginando se eles sabiam a sorte que tinham, assim como depois, eu fiquei tentando assimilar a sorte que eu mesmo estava tendo de conhecer um lugar desses.

Depois de chegar em casa, fui tentar saber que escola era aquela, 5 minutos no google para matar a charada: Cours Fides, um colégio particular, que se orgulha dos alunos terem médias excelentes, acho que a localização privilegiada do colégio ajuda muito. http://www.cours-fides.com/photos

Eu queria ficar lá até o sol se pôr, momento que dizem ser o mais bonito, porém o frio começou a bater e estava super cansada por causa do voo.

A noite a Torre é uma visão a parte. Fiquem ligados principalmente nos 5 primeiro minutos de cada hora, quando a Torre literalmente cintila.

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(“Eu: Nossa, eu tó saindo com um sorriso bobo em todas as fotos. Minha Amiga: Stefânia, vc tá com um sorriso bobo.”)

 

 

Para a subida, você pode optar pelo elevador ou escadas, mas acredite, o valor que você vai pagar a mais pela comodidade de subir de elevador, vai valer a pena.E terá diversos lugares em Paris, aonde as suas pernas e disposição para subir mais de 400 degraus de escada serão bem vindas, portanto, quarde para esses lugares.

A única coisa que tira um pouco a beleza do lugar, é a quantidade de vendedores de Souvenir que ficam rodeando. Sem brincadeira, é impossível ficar parado 1 minuto se quer admirando a Torre, sem ser incomodada. Mas se eles só estão vendendo, e o preço ainda é baixo, dá para agüentar, só não dá para dar trela, para as outra ziralhes de ciganas que também ficam rondando só a espera de tentar passar a perna em um dos turistas!

Um passeio imperdível.

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História

A Torre Eiffel foi projetada pelo engenheiro francês, Gustave Eiffel, para a exposição nacional de 1889. Apesar da sua grande estrutura, ela foi montada mas seria desmontada logo após o término da exposição. Foi com o apoio de muitos ( e a revolta de outros) que ela acabou ficando como monumento permanente na cidade.

Hoje ela é considerada o símbolo da cidade, e é o monumento pago, mais visitado do mundo.

A Torre tem 324 metros, e como na época da sua construção não havia cabos tão extensos, teve que ser instalados 2 elevadores. Um que sai do terreo, e leva para o primeiro e segundo piso e outro que leva até o topo da Torre.

+ Sobre a Torre Eiffel

Estações mais próxima: Bir-Hakeim, Trocadéro, Ecole Militaire
Horário de funcionamento: De Setembro a Junho: 9H30 ás 23h45
                                         De junho a Agosto: 9h00 ás 0h45
Dias que fecha: Nenhum ( somente em caso de nevasca)
Valor do Ingresso:  Bilhete para o Segundo Piso: Adulto 8,10 Jovem* 6,50  crianças 4,00                   

Bilhete p/ até o 3° Piso: Adulto 13,10  Jovem* 11,50  crianças 9,00                   

Bilhete acesso escadas (até o 2° piso): Adulto 4,50  e Jovem* 3,50  Crianças 3,00 

Menores de 4 anos acompanhados, não pagam tarifa.

* Jovem: De 12 á 24 anos, segundo a lei dos países Europeus, jovens nessa faixa etária tem direito a descontos, em museus, monumentos e até mesmo passagens de trens, na torre Eiffel e para utilizar o TGV com tarifa reduzida, só foi necessário mostrar a minha identidade.

Os valores estão expressos em Euros,eu não tenho o símbolo no meu teclado ( porcar..).

Fanny Ladeira