domingo, 16 de setembro de 2012

0

Lendo e Ouvindo: Come of Age do The Vaccines

0 comentários

Essa coluna é hospedada pelo blog Nerds Leitores

Olá galera,

Algumas das minhas bandas favoritas (The Killers, Mumford and Sons e A Fine Frenzy) estarão lançando novos Cd’s nas próximas semanas. Então, se preparem para ver essa coluna movimentada.

Na lista de bandas que lançaram ou lançaram disco este mês, está The Vaccines, que já nessa coluna anteriormente

http://c438342.r42.cf2.rackcdn.com/wp-content/uploads/2012/06/The-Vaccines-Come-of-Age.jpg

Capa do 2° álbum da banda, Come of Age

A banda londrina, lançou no dia 1° de setembro ( e já entrando na lista dos mais vendidos) Come of Age, um pouco mais de um ano após lançarem o seu album de estréia, What Did you expect from de The Vaccines? e alguns meses após passarem pelo nosso país.

O grupo, formado por Justin, Freddie, Rob e Arnie passaram pelo maior desafio de uma banda. Eles estoram após o disco de estréia ser aclamado pela critica especializada e fazer sucesso entre o público. Teve gente que os chamou de ‘Os novos Strokes’.

http://tenhomaisdiscosqueamigos.virgula.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/06/The-Vaccines.jpgApós o alvoroço do 1° CD, todo mundo quer saber como a banda irá suportar o hype, e como será o 2°álbum. Muitas vezes a maldição do 2° disco impera, e uma banda genial, acaba entregando um material muito abaixo do esperado.

Come of Age vazou mês passado, e por incrível que pareça, foi bom para o meu aceitamento dele. Não que o som seja ruim, mas a banda fez um disco diferente do que eu esperava, e esse tempo entre o vazamento e o lançamento oficial me fez começar a amar esse disco.

Mas chega de falar e vamos ouvir algumas músicas:

No Hope e Teenage Icon

Na minha opinião as duas melhores múcias do álbum, que fazem jus ao ‘pequeno legado’ já criado pela banda.

As duas são ‘catch’ e demonstram o crescimento da banda, sem deixar para trás o estilo caracteristico deles.

Na passagem pelo Brasil, eles cantaram as duas ao vivo. No Hope é mais forte e contagiante ao vivo, enquato Teenage Icon só precisava que a platéia conhecesse a letra, para se tornar épica.

Reparem no Freddie (de camiseta azul) no clip de Teenage Icon. Durante o show da banda em São Paulo, fiquei completamente in love por ele. Pose de músico, sorridente, interagindo com a galera e completamente lindinho. <3

 

Weirdo

Foi uma das músicas que aprendi gostar depois de escutar algumas vezes. A 2° parte é ótima.

I Always Knew

É uma daquelas músicas que você não dá nada, que você até esquece, mas que só basta ouvri uma vez para lembrar o quanto ela boa.

Lonely World

Após ouvir o album umas duas vezes, fui dormir. Acordei no dia seguinte, com essa música na cabeça tentando lembrar de que filme era. LOL

Principalmente o comecinho dela, parece música de comédia romantica quando o cara ai embroa e cada um fica no seu cada um, sentindo falta do outro, não?

Essa última música tocante e bonita fechando o Cd, me lembra muito de Family Friend que fecha o primeiro CD. Duas músicas bem diferentes entre si, mas que no final cumprem o seu papel, terminar um cd incrível.


De todas, não gostei muito de I wish i was a girl, mas é só a minha opinião, que nem conta muito. =P

Track List de Come of Age:

1. No Hope
2. I Always Knew
3. Teenage Icon
4. All In Vain
5. Ghost Town
6. Aftershave Ocean
7. Weirdo
8. Bad Mood
9. Change Of Heart pt.2.
10. I Wish I Was A Girl
11. Lonely World

É diferente do 1°? Sim! Como se acompanhasse a evolução necessária, as músicas vem com um sabor de amadurecimento.

É melhor que What didi you expect from the Vaccines? Eu não diria tanto, mas não´é sem coração, não  é sem inspiração, e principalmente faz jus a atenção que a banda vem recebendo.

Se fosse para indicar a banda, continuria falando para ouvirem o 1° álbum, mas esses ‘Novos Strokes’ ainda tem gás para muito, e esse segundo cd demonstra que eles não vão embora tão cedo.

Quer conhecer mais a banda e até comprar itens com frete grátis para o Brasil? Aproveite o site oficial!

Fanny Ladeira

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

0

Resenha: Story of a girl

0 comentários

Livro: Story of a Girl

Autora: Sara Zarr

Editora:Little, Brown & Company

Nota: 3 estrelas

* Livro não lançado no Brasil. Você pode adquirir AQUI!

Quando o pai de Deanna encontra ela aos 13 anos fazendo sexo, a sua vida muda drasticamente. Dois anos depois, ele ainda não olha para ela, e apesar de Tommy ter sido o único cara com quem ela teve, ela é conhecida como a vagabunda da escola.

Seus dois amigos mais próximos começaram a namorar, e ela se sente uma intrusa. Ela tenta manter uma relação próximo com o seu irmão, mas ele tem os seus próprios problemas, sendo um pai adolescente.

Deanna aprende a se proteger ao se tornar fechada, mas sente o peso da solidão. A sua única fuga é uma estória que ela escreve sobre uma garota anônima, que tem os mesmos sentimento e as mesmas experiências. O livro conta a estória de como uma adolescente pode ser definida por um erro, e como isso molda a sua personalidade e como ela se vê.

Esse é o segundo livro, que leio de Sara Zarr. E o segundo que fico impressionada com o seu trabalho.

Quando comecei a lei a estória de Deanna, sabia o campo em que estava entrando, mas me peguei completamente envolvida com a bagagem emocional desse pequeno, porém poderoso livro.

A estória é comum, podia ter acontecido com qualquer jovem, de qualquer lugar do mundo. Deanna é simplesmente uma garota perdida, que não tinha ninguém para ajudá-la no começo, e assim encontrou o caminho errado.

Agora ela está em uma posição, em que ainda está sozinha, e que ainda precisa de uma direção, mas as pessoas: seus pais, amigos e colegas de classe, parecem não perceber isso.

Entretanto, é incrível como as pessoas tendem a esquecer que por trás de alguém que faz todas as escolhas erradas, que erra, não um, não duas, mais diversas vezes. Há uma pessoa de verdade, que sofre.

Deanna mantém um diário onde escreve sobre uma garota perdida no mar, e nesses momentos você quer pegar ela no colo e dizer que tudo ficará bem.

Mas não me levem mal, não é um livro triste, é só um livro bem real, com uma estória tocante.

Ok, eu chorei. Mas eu choro com comercial de margarina, então eu não conto.

O livro é um pouco curto, e você pode sentir muitas vezes tão mergulhada no drama de Deanna, que pode parecer que ele é curto demais.  

É uma estória adolescente, com um drama que vários adolescentes passam, entretanto, como todos os ótimos livros de YA por aí, não significa que você que é mais velho, não irá aproveitar.

Na verdade, eu acho que vocês aproveitarão ainda mais.

Fanny Ladeira

sub-sara-zarr

Sara Zarr, é americana e apesar de ter crescido em São Francisco, atualmente ela mora em Salt Lake City. Sara já lançou vários livros, entre eles,  Once was Lost, Sweethearts e Story of a Girl que foi um dos finalistas do National Book Award. Ela foi criada dentro de uma família evangélica, e seus livros trazem essa característica. Para conhecer um pouco mais da autora, visite o seu site.

sábado, 1 de setembro de 2012

0

Resenha: Suite Scarlett

0 comentários

http://maureenjohnsonbooks.com/pageimages/book-suitescarlett220.jpg

 

Livro: Suite Scarlett
Autora: Maureen Jonhson
Editora: Scholastic

Nota: 3,5 estrelas

*Livro não publicado no Brasil, para comprá-lo, clique AQUI!


Scarlett Martin cresceu de forma diferente. Sua família é dona do Hopewell, um pequeno Art Deco Hotel no coração de Nova York. Cada vez que um Martin faz 15 anos, eles tem que tomar conta de uma suíte. Para o aniversário de 15 anos de Scarlett, ela ganha o quarto chamado Empire Suite e uma hospede permanente Mrs Amberson. Scarlett não sabe ao certo o que fazer com essa viajante mundial.

E quando ela encontra Eric, um lindo ator que acabou de mudar para a cidade, o seu verão toma uma direção inesperada. Antes do verão acabar, Scarlett terá que sobreviver a esse turbilhão e tropeços românticos. Mas na cidade em que tudo pode acontecer, ela pode ser capaz de conseguir o que precisa.

Esse livro não estava na minha lista, mas acabei comprando Scarlet Fever ( achei na FNAC de Campinas, e nem pensei duas vezes). Sem saber, tinha comprado o 2º livro da estória de Scarlet. Sem opção (hahahah), tive que colocar ele na minha lista para finalmente ler o Fever.

Apesar de ter acrescentado um livro a mais, na minha infinita lista de livros para ser lido, não me arrependo.

“The opposite of rich is the best thing to be, anyway. There’s nothing like working for what you want. It’s the only way.”


A vida de Scarlett não é fácil, mas também não tem anda de muito complicado nela, o que torna a leitura do livro ainda mais agradável. Eu sei que tem gente que não gosta de livros com muito drama (tipo os do Nicholas), e para essas pessoas eu recomendaria Maureen.

É lógico que no mundo de hoje, é normal termos ao nosso redor casos e estórias trágicas, porém esse não é o foco do livro.

Em suas 353 páginas, Scarlett não irá passar pelo processo cliché de amadurecimento, mas sim descobrir e entender várias coisas do seu próprio mundo, para agregar um pouco mais de experiência na sua (ainda) curta vida. Tudo isso, ajudado com a entrada de novos elementos no seu mundo, como a Sra. Amberson e Eric.

Um dos pontos fracos do livro, é que Scarlett não tem uma personalidade muito definida. Talvez tenha sido essa a intenção do livro, já que tem uma continuação, mas senti falta disso.

A relação dos irmãos Martin, também é um pouco possessiva para o meu gosto. Eu também cresci com 4 irmãos (deve ter sido por causa da diferença de idade) não somos muito próximos e companheiros, mas sei que não é normal ter que dividir todas as novidades com eles, quanto menos aguentar reclamação por que escondemos alguma coisa.

Eu gosto de entender analogias, mudanças e personagens. Eu gosto de saber o que motivou escrever tal coisa, se o autor se identifica com fulano, gosto de sentir o seu toque no livro.

Talvez por isso, Jane Austen me fascine tanto. São tantas perguntas e detalhes que gostaria de saber, que infelizmente nunca terei as respostas.

Suite Scarlett é o 3º livro que leio de Maureen Johnson, e graças ao Twitter, tive a oportunidade de entre essas três leituras, conhecer cada vez mais essa escritora.
Eu sei que vários escritores tem conta no Twitter, porém não utilizam como deveriam. Entretanto, isso não é uma realidade no caso da Maureen.

Com isso, tive a oportunidade de perceber como ela é inteligente, divertida e porque não, louca! hahaha

  • Siga a Maureen no Twitter


Porque tirei esse tempo toda para falar disso, porque quase chorei de felicidade com a seguinte citação do livro:

“ ‘I need a plan’, she said to it. ‘Something needs to give. What do i do?’

The key did not answer, because keys generally do not speak. This was probably a good thing, because if it had replied, Scarlett’s problems would have taken on a new level of complexity.

And that, she did not need.”


Todos os outros elementos do livro, podem ser costurados para escrever a estória, mas esse pedacinho foi 100% Maureen.

O livro, assim como Girl At Sea e 13 blue Little envelopes é em 3º pessoa, e apesar disso ter me incomodado profundamente nos outros livros, finalmente consegui entender que Maureen sendo Maureen precisa escrever assim, e sabe de uma coisa:


Eu aceito!

Fanny Ladeira

 

 

Maureen Johnson é uma autora americana de livros YA (Young Adults). Ela já publicou 8 livros, incluindo a Série Scarlett. Ela atualmente mora em Nova York, e está preparando a sequência do livro The Name of Stars. http://www.maureenjohnsonbooks.com

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

0

Resenha: Presentes da Vida

0 comentários

Livro: Presentes da Vida

Autora: Emily Giffin

Editora: Novo Conceito

Nota: 5 estrelas

Adicione no Skoob!

Essa resenha contém spoiler para quem não leu o livro O Noivo da Minha Melhor Amiga

Darcy Rhone sempre teve todos os homens aos seus pés. Tinha um emprego glamoroso, um seleto círculo de amizades e um noivo perfeito, Dexter Thaler.

No entanto, tudo mudou quando Darcy se envolveu com o melhor amigo de seu noivo... Seu noivado acabou e perdeu sua melhor amiga, Rachel.

Incapaz de assumir responsabilidades e de enfrentar todo esse mal-estar, Darcy foge para Londres, para a casa de um amigo de infância, Ethan, imaginando que poderia passar uma borracha em tudo isso.

Mas, para seu desânimo, Londres se torna um mundo estranho, onde seus truques de sedução não mais funcionam e onde sua sorte parece ter se evaporado. Sem amigos nem família, Darcy precisa dar novo rumo à sua vida e, assim, começa uma linda trajetória rumo ao crescimento e ao amor.

Sei que muitas pessoas amam o livro, mas vou confessar. Quando li O noivo da minha melhor amiga, odiei várias coisas, inclusive toda a temática do livro.

Li faz anos, então posso ter tido uma ideia errada da estória, mas para mim era horrível o fato de Rachel ter traído a melhor amiga, Darcy. Ela podia ser invejosa, chata e muitas vezes insuportável, porém têm os dois lados. Se para Rachel a amizade não era sadia, já devia ter sido cortada há muito tempo.

Bem no comecinho desse livro, Darcy diz a seguinte frase: “Eu cometi alguns erros, mas não traí a nossa amizade” E eu concordo plenamente!

Ainda continuo achando a atitude de Rachel errada, mas agora carrego menos raiva dela e de Dex, por tudo que aconteceu. Isso só mudou após ter lido Questões do Coração, Presentes da Vida e por após ter tido tempo de conversar com a escritora Emily Giffin, ano passado em São Paulo.

Não vou defender Darcy falando que ela é uma santa, porque ela mesma sabe que isso não é verdade. Mas não somos divididos em más e boas pessoas, todo mundo tem os seus demônios, e o mais importante, todo mundo tem um lado humano. Quem já conhece, sabe que Emily tem o talento de escrever uma estória real com sensibilidade e uma maestria única. 

Não sei se foi o caso, mas sinto que ela sentiu a necessidade de escrever um livro sobre a Darcy, para mostrar isso.

Eu ri muito, e tive que me segurar para não chorar feito uma criança no meio do trem (terminei de ler o livro indo para São Paulo).

Eu amo ler livros de pessoas que passam por uma transformação, e Presentes da Vida é em uma palavra: Perfeito!

Não posso contar mais detalhes sem entregar detalhes da estória, então vou evitar, mas é uma jornada incrível.

Ethan ganhou o prêmio de um dos melhores mocinhos dos livros. Honestamente, amor é amor, mas eu não trocaria Ethan por Dex por nada nesse mundo. (Sei que estou pisando em um terreno perigoso, porque todo mundo ama o Dex).

Ethan demonstra, não com palavras mas com atitudes (tipo o Mr. Darcy de Orgulho e Preconceito, sabe?), que é um dos homens mais especiais de todos os tempos. Quanto a Darcy, você vai chegar ao final do livro se não amando, pelo menos tendo uma simpatia por ela.

Se já considerava Emily uma autora incrível, a cada novo livro, tenho mais certeza disso.

Isso porque o livro foca em vários aspectos da gravidez, e de como apesar de estar em uma situação avessa, esse filho vem como um ‘presente’ para Darcy. Todos os sentimentos, medos e mudanças dessa jornada que muitas mulheres passam , é descrita de uma forma única.

Assim como com A mulher do Viajante do Tempo, que firmei o compromisso de voltar a ler quando estiver apaixonada. Fica aqui o compromisso de reler Presentes da Vida, quando estiver grávida (vai demorar, mas um dia!)

Cheguei ao final do livro com um sorriso no rosto, não porque o livro é bonito e fofo (apesar dele ser mesmo!), mas porque li um ótimo livro.

E toda book-a-hollic, sabe como é produtivo pegar um livro, que te motiva a ler cada vez mais.

Thank you, Emily!

Fanny Ladeira

  

Emily Giffin, é uma escritora americana de sucesso. Ela era advogada, e deixou a sua carreira para se tornar escritora. Entre os seus sucessos, se encontram além de Presentes, O noivo da minha melhor amiga, Questões do Coração, Ame o que é seu, e os ainda inéditos no Brasil, Baby Proof e Where we belong. Giffin mora em Atlanta com o seu marido e seus 3 filhos. Ano passado, ela passou pelo Brasil e tive a oportunidade de conhece-lá, como foi esse encontro você pode ver Aqui.

sábado, 25 de agosto de 2012

0

Lendo e Ouvindo: A mágica dos shows!

0 comentários

 

Oi Galera,

Estou meio sumida, mas estou trabalhando muito, estudando um pouquinho e procrastinando muito. Mas isso não significa, que não fico mal de não postar aqui tanto quanto deveria. Estou tento reverter isso, e essa semana já começo a colocar isso nos eixos.

Para o post de volta, queria falar sobre uma das coisas que mais amo nesse mundo: Shows.

Hard Rock Hotel Concert Tickets

Se vocês pararem 10 minutos para conversarem com a minha mãe ela vai falar “A Stefânia (eu Fanny), só pensa em livros, shows e viajar”,... Verdade! Mas em um mundo cheio de opções erradas, eu até que tenho umas ótimas prioridades, não

Alguns sabem, mas eu moro em Jundiaí atualmente, porém morei em Varginha os primeiros 18 anos da minha vida. O pessoal de lá fala que Varginha está em uma posição privilegiada no mapa, porque está no meio entre São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Vocês sabem o que isso significa? Que estava longe de tudo!!!

Sempre sonhei em ir a shows internacionais, e lembro que uma das minhas primeiras comunidades que entrei quando ingressei no Orkut foi: “Eu quero ir em um show do Coldplay”. Rsrsrs

Quando me mudei para Jundiaí, firmei a promessa de ir pelo menos um show internacional por ano. Hoje, quase 7 anos depois já fui em 10, sendo que um deles foi o Festival Planeta Terra, onde vi o show de várias bandas legais! Para ler sobre essa aventura, clique aqui!

E entre essas bandas está o Coldplay, que fez jus a comunidade que eu entrava lá em 2004. ( E que volta ano que vem! =D )

Porque eu contei tudo isso? Porque a experiência para mim tem um sabor a mais.

Além de todo o sentimento que os shows trazem, eu ainda sinto como uma conquista realizada.

Cada um deles é uma conquista!

Por causa da crise no mundo, nos últimos anos o Brasil virou rota obrigatória de vários artistas, inclusive vários super conhecidos. Por exemplo, a Madonna já passou no país com as suas 3 últimas turnês, Festivais já virou uma coisa corriqueira por aqui, o Black Eyed Peas praticamente já está morando no país, assim como André Rieu, que descobriu uma mina de ouro em terra brasileiras.

Isso trás muitas coisas duvidosas, mas abre a oportunidade de vir gente muito boa na roda. Como é o caso do Keane e Maroon 5, que tocam amanhã, dia 26 de agosto em São Paulo.

Quem é fã de uma banda, cantor ou cantora sabe: É tão bom cantar a plenos pulmões junto com uma multidão que ama as mesmas músicas que você!

Eu nunca fui fã de balada, mas como adoro o clima de shows! Mesmo quando você tem os inconvenientes, quando a banda sobe no palco tudo vale a pena! Tudo mesmo!

Chuva, lama, sede, fome e cansaço. Quando os primeiros acordes daquela música (que você ouviu 1 milhão de vezes no seu carro, quarto, mp3) sobe pela primeira vez, a sensação é de que você faria tudo aquilo e mais um pouco, só por aquele momento.

Deve ser difícil enfrentar uma situação de muita adversidade quando não é fã de uma banda, mas quando você enfrenta tudo e ainda assim é o melhor show da sua vida, aí sim você sabe o quanto aquela banda significa para você.

Ainda preciso tirar um dia da coluna para falar do The Killers, e aí conto para vocês como foi o show deles, que se encaixa perfeitamente no que falei acima.

Eu nunca fui a shows em outros países, mas a plateia ser composta por nós, calorosos brasileiros, muda ainda mais o clima. E mesmo imaginando o que irá encontrar, cada show é diferente.

Com o The Vaccines, fiquei tão próxima do palco que fiquei até boba. (Foi no Joia, casa nova de shows ali na Liberdade, que é pequena, e por isso ótima)

Já com outros shows como Coldplay e Beyoncé, fiquei na Arquibancada Laranja do Morumbi, ou seja, eu vi pontos no palco que acredito que eram os artistas. =P

Já fui a shows gratuitos (Norah Jones e Cat Power), em shows que paguei quase nada (U2 no Morumbi, por R$ 60,00), mas apesar disso, depois de sair dali, sabia que pagava o preço que for por aqueles espetáculos.

Por isso, falo e repito para todos: Se sua banda favorita vem ao Brasil ou na sua cidade (se ela for nacional) seja ela quem for. VÁ.

Nada, nem ninguém, poderão explicar a MARAVIHOSA sensação de estar com a sua banda do coração, com os outros fãs ao seu lado, curtindo os momentos que podem se tornar os melhores de suas vidas!

Fanny Ladeira

domingo, 5 de agosto de 2012

1

Especial 50 tons de cinza: 50 vezes Grey

1 comentários

  banner post-1 em courier new 

Tenho certeza que na cabeça de muitas pessoas, há várias questões ainda em aberto sobre o sucesso de Cinquenta Tons de Cinza.

Sendo um livro que trata de vários assunto um pouco mais polêmicos, é normal que muitas pessoas fiquem um pouco receosas e não consigam entender o porquê de tanto buzz.

Para encerrar as postagens do Especial 50 tons de Cinza desse blog, e elucidar algumas dessas dúvidas, resolvi convidar duas pessoas (+ me) que leram a série, para contar um pouco mais, sobre o que tem de tão especial nesse livro:

Nati Rivero – É estudante de Administração e mora em São Paulo. Leitora ávida e companheira das nossas leituras da série Cinquenta Tons e muitos outros livros. Conheci a Nati, durante a sessão de autógrafos da Emily Giffin, ano passado em São Paulo.

 

 

Minha fotoThaís da Mata – É a minha parceira do especial Cinquenta Tons! Na reta final da faculdade de economia, ela mora em São Paulo também e tem sido uma ótima companheira de livros, encontros e show!

 

 

Cópia de DSC05671

 

Fanny Ladeira – Essa que vós fala! Sou formada em Comércio Exterior e moro em Jundiaí.

 

 

 

Como você descobriu a série?

Thaís: A culpa é da Fanny e da Nati. Eu não estava sabendo nada do reboliço que esse livro estava causando. Na verdade eu estava evitando ler livros para dedicar mais tempo para a faculdade. Mas de repente eu recebi uma enxurrada de e-mails, tweets e até no face, dessas duas falando do livro que elas tinham começado a ler e queria que eu me juntasse a turma de comentários dos livros. A curiosidade, e o dom de convencimento delas logo fizeram com que eu comprasse o livro e começasse a ler.

Fanny: Eu fui curiosa. Depois de ler várias reportagem falarem que o livro era o mais erótico de todos os tempos, resolvi ler para ter certeza como americano é falso puritano. Aproveitei que a Nati estava começando também, e lemos juntas.

Nati: Eu já tinha ouvido falar de uma fanfic chamada MOTU (Master of the Universe) e sempre quis ler,mas sempre deixava de lado,quando eu soube que a fic tinha virado livro,eu pensei: essa é a minha chance.Após isso foi questão de dias para ir atrás do livro e começar a leitura.

0

Como você descreveria o livro para alguém?

Thaís: Depende da pessoa que eu vou estar descrevendo. Porque isso muda o tom que vamos apresentar o livro. É um livro que dependendo da maneira como você vai apresentá-lo, acaba por determinar se a pessoa vai gostar ou não.
Para minhas amigas próximas eu descrevi como um romance repleto de cenas hot, e que valeria a pena ser lido pelo seu conteúdo sexual.
Para outras pessoas como a minha mãe disse: "É o livro sobre uma garota que se envolve com um cara mais velho. Só que ele acaba por introduzir num relacionamento possessivo e controlador. Ah e ele também tem tendências sadomasoquistas e de bondage. Mas nada que assuste".

Fanny: Eu admito. Tenho vergonha de falar de sexo ou qualquer coisa relacionada com a maioria das pessoas. Então eu apresento o livro como uma estória envolvente com várias cenas de …. ( eu não consigo falar a palavra)…hhahhahaha. Mas estou recomendando para todas as minhas amigas, conhecidas e até para as inimigas. Queria recomendar para a minha mãe, mas tenho vergonha! *_*

Nati: Um livro com cenas eróticas voltadas para o universo do BDSM, mas que também possui um romance avassalador, e é claro explicaria um pouco sobre a personalidade do Christian, sobre como ele é poderoso,dominador e envolvente.

Christian Grey, defina esse personagem para você:

Nati: Como eu disse acima,ele é um personagem envolvente e único,ele é um personagem tão complexo que os sentimentos,os meus no caso,se tornaram complexos também. Em certos momentos do livro eu ficava indignada com certas reações,em outros momentos eu queria ter um Christian para mim e na maioria deles, eu suspirava. Christian Grey é TUDO DE BOM! (momento fan girl)

Thaís: Perturbado, complicado, menino. Ele é tão difícil de se definir que eu fiz um post só para isso no blog. VEJA AQUI“Oh Christian... my possessive, jealous, control freak Christian”.

Fanny: Fifty Shades. LOL Mas realmente não há para onde correr quando assunto é o Christian, enigmático, difícil de se entender, ciumento e charmoso de morrer. E Ana em diversas cenas é muito forte. Eu não sei se teria a mesma coragem de recusar alguma oferta de um homem como ele.

a87f5eb94b4c901aca89518999bc1bcf

 

Há muitas pessoas que tem preconceitos com livros mais picantes, como Cinquenta Tons. Como leitoras desse gênero, como você se sente em relação a isso?

 

Nati: Eu sou uma leitora muito eclética, então não tenho preconceito com livros mais picantes,eu acho que esse tipo de leitura serve para mostrar principalmente as mulheres que sexo faz parte da vida e que a gente não precisa ficar reticente ao falar desse assunto. O livro abre as portas para as mulheres criarem coragem de expor seus sentimentos e opiniões. É claro que eu respeito que não gosta desse tipo de leitura, existem pessoas que preferem ler algo mais brando,isso é do gosto de cada um, o que não pode é uma mulher ser julgada de forma pejorativa por ler livros eróticos. Isso sim é preconceito!

Thaís: Gosto é pessoal e não se discute. É normal sentir preconceito, mas não custa nada dar uma chance e tentar ler antes de falar algo. Muitas pessoas não têm a cabeça aberta o suficiente para expandir os horizontes, para este tipo de historia, que simplesmente não atrai. Do mesmo jeito que não gosto de alguns gêneros de leitura a pessoa pode não gostar também.

Fanny: Eu era uma dessas pessoas que tinha preconceito em relação ao gênero, e hoje é dos meus favoritos! Assim como tudo na vida, preconceito pode te afastar de coisas boas. Eu não estou dizendo que você tem que gostar, só estou falando que ás vezes vale a pena dar uma chance para algumas coisas. Pra mim, foi muito interessante quebrar essa barreira na minha vida e conhecer outras coisas.

50_Shades_Of_Gray_Public

O Livro vai virar filme, o que você espera dessa adaptação?

Nati: Essa pergunta é excelente.Fifty Shades é uma trilogia que eu adorei (muito), então eu fico um pouco receosa sobre o filme, principalmente em relação a escolha do elenco, afinal todo leitor imagina o Christian e a Ana de uma forma, e na hora do filme não existe isso, são os atores escolhidos e pronto. Se eles não souberem passar a essência do Christian ou da Ana, isso será muito decepcionante!

Thaís: Outro que mereceu um texto no blog só para isso. VEJA AQUI!

Eu estou extremamente receosa quanto a adaptação. Por mais que tentem, jamais vão retratar aquilo que o livro tem de bom sem torná-lo obsceno.
Fico imaginando a primeira cena no quarto vermelho da dor, que é tipo a melhor! Mas que de maneira nenhuma vai transparecer as sensações que tive lendo o livro.

Fanny: Eu sou a eterna otimista. Mas nesse caso,eu só espero que eles não façam um filme extremamente ruim. Que alguma coisa da coisa toda dê para se salvar.

Porém nesse caso, sem nem antes ver o filme, posso afirmar: leia o livro porque vai ser muito diferente.

O que você diria para as pessoas que estão receosas de ler o livro?

Nati: Deixem o receio de lado e venham conhecer o Christian Grey! =D... Esse livro irá mudar a mente de vocês,de uma forma positiva ou negativa. Eu espero que seja positiva.rsrsrs...

As pessoas podem esperar muito mais romance do que relacionamentos sexuais. Se bem que ha cenas memoráveis nos próximos livros. Mas, mais importante, as pessoas começarão a entender porque o Christian é desse jeito perturbado, e como ele e a Ana amadurecem como pessoas. E como eles aceitam os próprios defeitos.

Thaís: As pessoas não devem ficar receosas, afinal de contas no fundo é só uma estória. Se não gostar, feche o livro e vire a página.

Fanny:Feche os olhos e vai…hahhahaha! O máximo que vai acontecer é vocês não gostarem.

Spoiler para quem não leu 1° livro

 

Qual a cena e frase favorita do livro?

Thaís: A cena... Hum hum. Não sei porque, mas eu adoro a cena do sorvete. Realmente é algo que me deu muitas ideias.

“Sometimes i wonder if there’s something wrong with me. Perhaps I’ve spent too long in the company of my literary romantic heroes and consequently my ideals and expectations are far too high. But in reality, nobody’s ever made me feel like that.”

Amo porque eu me identifico pessoalmente com essa frase. Foi uma justificativa que eu nunca tive a inteligência compor.

Fanny: Minha cena favorita, é quando Ana manda o e-mail de brincadeira falando que ‘Foi bom conhecê-lo’ e ele aparece no seu apartamento, quando ele fala “Resolvi vir lhe lembrar o quão foi bom me conhecer”..*abana*. Também gosto das cenas finais, muita carga emocional que estava ‘pairando’ pelo livro inteiro.

I don’t make love Anastacia. I fuck, hard.”

Nati: Que pergunta difícil, eu tenho várias cenas favoritas, mas eu vou citar apenas duas, enquanto uma me fez gargalhar, a outra me levou as lágrimas. A cena que me fez rir horrores e ainda ficar com um sorriso bobo nos lábios, foi quando a Kate, melhor amiga da Ana, resolve apresentar ao Ray, padrasto da Ana, o namorado da filha. Impossível não rir da reação da Ana. Em contrapartida a cena que me emocionou muito foi a última cena do livro, essa infelizmente eu não posso descrever porque acabaria com o suspense. Todavia eu posso dizer que é heartbreaking!

As minhas frases favoritas são:

“I’ve come alive since I met you.” 

"Laters,baby"

"My palm is twitching"

“Oh, Anastasia Steele, did you just roll your eyes at me?

Impossível escolher uma só.

 

936047-fifty-shades-of-grey

O que as pessoas podem esperar dos próximos livros?

Thaís: As pessoas podem esperar muito mais romance do que relacionamentos sexuais. Se bem que há cenas memoráveis nos próximos livros. Porém, mais importante, as pessoas começaram a entender porque o christian é desse jeito perturbado, e como ele e a Ana amadurecem como pessoas, além de ver como eles aceitam os próprios defeitos.

Fanny: Os próximos livros seguem uma linha muito bacana, e não ficam na mesmice. Você consegue sentir que cada novo desafio para Ana e Christian é uma oportunidade para o crescimento psicológico e sexual deles.

Nati: As pessoas podem se preparar, porque nos próximos livros o Christian e Ana irão enfrentar diversas situações, quem pensa que a vida do casal será fácil,está muito enganado!

Romance,descobertas/flashbacks,confidências,uma vingança implacável e uma notícia bombástica. Não percam tempo e vão correndo ler Fifty Shades,Darker e Freed.

Para encerrar eu gostaria de deixar um trecho que eu adorei,principalmente pelo uso do trocadilho Fifty Shades (nome da série)

“That’s a whole lot of Christians.” “I’d say at least fifty.” He laughs. “Fifty Shades,” he murmurs into my hair. FREED,Fifty Shades <3

 

Queria agradecer IMENSAMENTE as meninas, que não só me aguentaram durante a leitura dessa série, mas que também dispuseram do precioso tempo delas para reponder as perguntas.

Laters Baby! =)

Fanny Ladeira